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5 lições do varejo para sites de e-commerce

Comprar online pode estar apoiado em buscar no Google por um produto que você quer, como o preço que precisa, e fechar a compra. Mas como trazer ao site de e-commerce aquela sensação boa de fazer compras offline?

Veja as cinco dicas de  Jim Stoneham para traduzir no e-commerce o lado bom de ir às compras em um shopping:

1 -Deixe que as pessoas se emocionem

Comprar tem tudo a ver com a descoberta de produtos que nos provocam reações e conversas com nossos amigos. Muitas marcas adicionaram um botão “eu quero” em suas listas de produtos, mas os dados coletados indicam que um botão assim acaba tendo poucos resultados quando se trata de reações nas redes sociais. Isso acontece, provavelmente, porque querer algo tipicamente está ligado a um processo de compra planejado.

A chave é deixar que as pessoas se emocionem, da mesma maneira que fariam em uma experiência de compra física, e deixá-las compartilhar reações de forma rápida e fácil.

Por exemplo, ferramentar para emoção são o centro das funcionalidades sociais do The Huffington Post. Ao lado dos artigos você encontra botões para classificar o que leu como sendo fantástico, estranho ou importante. Essa variedade leva a posts sociais mais interessantes e comentários de amigos.

2 – Destaque o que é quente

Se você facilita mostrar o que as pessoas pensam sobre seus produtos, você também sabe o que é “quente” no seu estoque, e pode dar destaque a esses produtos, que podem ser comprados até mesmo por visitantes eventuais. E isso cria um loop viral, que pode dar maior exposição de produtos para clientes em potencial.

Por exemplo, o site Wanelo mostra os produtos da web que foram mais desejados por seus usuários. Quanto mais pessoas salvarem aquele item, mais alta a colocação na home page, permitindo que outros usuários vejam o que é mais quente dentro do grupo.

3 – Esqueça do carrinho

Na vida real já é um peso ficar empurrando o carrinho de compras daqui para lá. Como no varejo online a descoberta de produtos geralmente vem das redes sociais, a preocupação tem que ser com vendas fáceis. Permita que seu cliente compre com um clique, rapidamente, ao invés de encher um carrinho que pode ser facilmente abandonado.

4 – É a vez do mobile

Os streams sociais estão sendo cada vez mais consumidos em seu formato móvel. Há alguns meses o Facebook e o Twitter são mais acessados em suas versão móveis que em suas versões para PC.

Isso tem grandes implicações para o e-commerce, já que na versão móvel as pessoas precisam de acesso mais rápido e fácil, ou seja, permita que as descobertas sejam compartilhadas e que o processo de compra seja simples para esses usuários.

Um exemplo é a versão mobile da Amazon.com.

5 – Use dados como combustível das descobertas

No social commerce, com o compartilhamento de informações sobre produtos, fica fácil saber o que o consumidor quer e o que espera adquirir. Quanto mais pessoas interagirem, mais informações você terá sobre o que interessa pessoas.

Use esses dados para colocar os produtos certos diante das pessoas certas, para impulsionar as descobertas e as vendas.

Tudo isso tornará a experiência de compra mais divertida, já que apenas os produtos que você mais deseja serão ofertados ao cliente.

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